domingo, 29 de janeiro de 2017

 


De nada mais serve o passado para além das memórias e da lembrança de tudo o que podes fazer de diferente … agora.
Uma aprendizagem que remete para a lembrança de tudo o que gostarias de ter feito de diferente … gostarias de ter feito melhor … onde gostarias de não ter errado …
Os erros variam sobretudo no que diz respeito à dimensão e repercussões na tua vida actual … colhemos o que semeamos não é mesmo?
Por isso erro e aprendizagem são duas formas de designar a mesma coisa …
e por vezes as lições têm um preço que poderíamos dizer … muito elevado …
e ainda assim a vida continua igual a si própria
numa cadência não propriamente propícia a demais contemplações …

Pedro Jorge Pereira – DESENVOLVIMENTO INTEGRAL

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Solstício de Inverno – 21 de Dezembro de 2016



Solstício de Inverno – 21 de Dezembro de 2016

O início do Inverno é o convite à reflexão, à introspecção e, sobretudo, à metamorfose …
o convite ainda à profunda transformação de tudo aquilo que em ti redunda …
Que possas abraçar a mudança, que possas ser a mudança, que possas semear a mudança …
Que possas livrar-te do “velho”, do que já não serve, do que redunda
e renovar-te profundamente …
Que possas abraçar a essência e Natureza do Inverno na tua vida
Através da introspecção, através do encontro com o âmago do teu ser, através da descoberta da tua essência mais profunda …
Que possas abraçar a vida com tudo o que ela tem para te dar … seja o frio, seja toda a melancolia de um dia de Inverno … como só o Inverno tem para nos oferecer …
Abraça o caminho que a vida te propõe, ainda que pedregoso, árduo, por vezes aparentemente intransponível …
Bem-Vindo ao Inverno …
Tempo de Invernar

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Ao encontro do eu - caminhos para uma maior autenticidade interior e exterior, Domingo, 16 de Outubro, 10h00


TEMA: Ao encontro do eu - caminhos para uma maior autenticidade interior e exterior
Domingo, 16 de Outubro, 10h00
no Humanfest, Sala 6
DINAMIZADOR: Pedro Jorge Pereira - Desenvolvimento Integral
SINOPSE: Vivemos em contextos sociais, familiares e amorosos que nos suscitam, constantemente, desafios e dificuldades.
O medo de nos sentirmos excluídos e frustrados em qualquer um desses contextos origina que, muitas vezes, acabemos por não nos respeitar e leva-nos para além de muitos limites em termos daquilo que são as nossas próprias necessidades, verdades e até identidade.
Como gerir e evoluir conscientemente no contexto dessas constantes tensões e "perigos"?
E, no essencial, como descobrirmos aquilo que é o nosso maior e mais profundo propósito de vida?

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

no dia ...

 
No dia em que já não pararem por um minuto sequer para mergulhar no olhar um do outro …
No dia em que já não tiverem um minuto sequer para dizer o quanto “importam” na vida um do outro …
No dia em que já não tiverem um instante sequer para expressar o quanto “acrescentam” na vida um do outro …
No dia em que já não tiverem o desidrato de partilhar os pequenos “grandes” detalhes do dia-a-dia com aquele/aquela a que chamam de parceiro/parceira, companheiro/companheira …
No dia em que o desidrato de voltar a casa para sentir o calor do abraço dela/dele não for tão intenso como o calor do sol estival …
No dia em que sentirem a presença um do outro não tocar a alma como o sorriso de uma criança brincando …
no dia em que o trabalho, o telemóvel, o computador for mais importante do que a disponibilidade e vontade de estar com aquele/aquela com quem partilhamos a nossa vida como companheir@ … 
no dia em que já não tiverem tempo, vontade, ímpeto para uma sorriso, um abraço, uma mensagem ...  
nesse dia … talvez seja o dia de perceber a enorme diferença entre um relacionamento e um “hábito” … o “hábito” de partilhar um espaço ou circunstância com alguém … e nada mais do que isso …
no dia em que te habituares à ausência, à indiferença, à desconexão …
no dia em que te habituares à distância, a uma rotina “frouxa”, a já nada esperar, sonhar, desejar de um relacionamento …
nesse dia talvez seja o dia de tomares consciência de tudo aquilo que um relacionamento pode verdadeiramente ser …
quando não nos resignamos ou habituamos ao que ele se tornou …
ou talvez seja o dia de perceberes que já não tens qualquer relacionamento … a perder …
que talvez seja o dia de perceberes que tu mereces tudo aquilo que a vida te pode proporcionar … de extraordinário …
nomeadamente no contexto de um relacionamento dito … amoroso …
Talvez hoje seja o dia …

Pedro Jorge Pereira – DESENVOLVIMENTO INTEGRAL

domingo, 19 de junho de 2016

Solsctício de Verão, 20 de Junho de 2016


O Solstício de Verão representa o momento em que a Mãe Sol (sim, em diversas culturas ancestrais o “Deus Sol” não era o “Deus Sol” mas sim a “Deusa Sol”) atinge o seu máximo vigor.
O dia “mais longo do ano” simboliza um momento de profunda mudança entre o passado e o futuro.
A “Sol”, o fogo, a matéria incandescente simboliza a força para lançar nas chamas tudo aquilo que em nossa vida “redunda” e constitui obstáculo à nossa verdadeira e profunda evolução.
O Verão é para nós um convite a abrirmos o nosso coração e manifestarmos no plano social e no mundo em que vivemos todo o nosso esplêndor e potencial.
É tempo de escutarmos os impulsos do nosso corpo e da nossa alma rumo a uma plena fruição da vida.
É tempo de “pularmos” as chamas da fogueira que acendemos e onde depositvamos com plena gratidão a “pele” que nos serviu nas estações precedentes, mas que agora redunda …
Permite-te a sentir o “fogo” do Verão no mais profundo do teu ser. Que o Verão seja tempo de expansão e de plena vivência dos teus sonhos e objectivos mais essenciais. Que o Verão propície ainda mais a aventura da tua própra descoberta e (re)descoberta.
Que seja tempo de buscares o mais autêntico da (Mãe) Natureza dentro e fora de ti.
Desejo-te um pleno Solstício de Verão e uma plena estação estival!

Pedro Jorge Pereira – SAÚDE INTEGRAL

sexta-feira, 13 de maio de 2016

doença ...

 
A doença é geralmente tida como o oposto de saúde mas, porventura, as coisas não são assim tão “lineares” … quase sempre a doença é originada por uma alguma espécie de desequilíbrio no nosso sistema biológico e/ou emocional … há como que um terreno que se torna propício para a manifestação desse desequilíbrio … desequilíbrio esse, ou desequilíbrios esses, que por vezes passamos dias, quem sabe semanas, quem sabe meses, quem sabe anos a fazer por ignorar ou simplesmente menosprezar … até a doença nos fazer confrontar com essa evidência de forma drástica … obrigando-nos a esse confronto, obrigando-nos a essa reflexão, obrigando-nos simplesmente a parar na nossa marcha impetuosa rumo a, tantas e tantas vezes, lado algum …
Quando estamos doentes temos simplesmente que “parar”, temos que relegar para segundo plano todas as outras prioridades que se tornam algo “relativas” face a essa premissa tão fundamental como seja a de recuperarmos a nossa saúde … como seja a de, em determinadas circunstâncias, de sobrevivermos …
E como a doença consegue ser tão eficaz nesse propósito de nos recordar o incomensurável valor que a saúde tem. De alguma forma, é um “lugar comum” ouvir e dizer que a saúde é o bem mais precioso que existe … mas relativamente à compreensão desse axioma em toda a sua plenitude por vezes precisamos mesmo de passar por um processo de doença para adquirir a plena compreensão do seu significado …
Não significa isto, claro, que devemos desejar sequer ficar voluntariamente doentes, que não devemos fazer tudo aquilo que está ao nosso alcance para ter um estilo de vida saudável e equilibrado … mas se a doença surge … abraça o descanso a que ela te obrigada, escuta tudo aquilo que ela te possa dizer … e sorri com a máxima plenitude quando a tua saúde plena regressar.

Pedro Jorge Pereira – SAÚDE INTEGRAL

domingo, 20 de março de 2016

20 de Março de 2016, Equinóceo de Primavera


20 de Março de 2016, Equinóceo de Primavera

A luz do astro Pai resplandesce de intensidade fecundando o ventre da Mãe Terra. A vida resplandesce em todo o seu esplendor … de sua seiva pulsa a vida … de seu ventre emergem os seus filhos e os seus frutos do longo sono invernal … escuta a cadência da vida agora se agitando e segue nessa torrente cósmica … segue nessa torrente escutando o pulsar dos insectos, beijando o calor da luz solar, sentindo o odor da Mãe Terra tocar no mais fundo do teu ser …
floresce com toda a tua ancestral sabedoria …
abraça a Primavera …

Pedro JP

Sessão sobre Relacionamentos Amorosos Conscientes (Evento de Beneficiência), 6ªfeira, 09 de Fevereiro de 2024, 19h00

  CONTEXTO: Os relacionamentos amorosos são, sem dúvida, um dos contextos literalmente mais apaixonantes da nossa existência mas, ao mesmo...