Mostrar mensagens com a etiqueta reflexões. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta reflexões. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

EPISÓDIO 1/12 do DESAFIO “OS 12 MANDAMENTOS das RELAÇÕES AMOROSAS” – PORQUÊ?, por PJP



Bom Dia Pessoal,

É com muito entusiasmo que hoje venho partilhar com tod@s mais uma vídeo/reflexão, neste caso o

EPISÓDIO 1/12 do DESAFIO “OS 12 MANDAMENTOS das RELAÇÕES AMOROSAS” – PORQUÊ?, por PJP


Se o consideram útil, agradeço o vosso "GOSTO" no vídeo e “GOSTO” e “Subscrição” da minha página assim como, caso o queiram, se puderem divulgar juntos d@s voss@s amig@s e contactos que dele possam beneficiar. Muito Obrigado !!!
Comentários, opiniões, etc., assim como sugestões de futuros temas de reflexão são também muito bem-vindos! Obrigado ;O)


PJP.ECOLUTION
É um projecto que tem como principais objectivos, alicerçados numa profunda consciência espiritual e planetária, a mudança e desenvolvimento pessoal e colectivo. Caracteriza-se por áreas de incidência tais como o ecologismo, a evolução e transformação pessoal – desenvolvimento integral, consciêncialização cívica e social, entre outras.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

A IMPORTÂNCIA E SIMBOLISMO DOS CICLOS E RITUAIS NA NOSSA VIDA + PLANEAR vs DEIXAR FLUIR



Bom Dia Companheir@s de Jornada,
Hoje trago-vos uma partilha/reflexão ou, se preferirem, PARADOXO:

A IMPORTÂNCIA E SIMBOLISMO DOS CICLOS E RITUAIS NA NOSSA VIDA + PLANEAR vs DEIXAR FLUIR

Se consideram que é de alguma forma útil, agradeço o vosso "GOSTO" no vídeo e “GOSTO” e “Subscrição” da minha página assim como, caso o queiram, se puderem divulgar juntos d@s voss@s amig@s e contactos. Muito Obrigado !!!
Comentários assim como sugestões de futuros temas de reflexão são também muito bem-vindos! Obrigado ;O)

f.b..https://www.facebook.com/pjp.ecolution/
Youtube. https://www.youtube.com/channel/UCHFM3JscwSgp6yuqDqScw1w
blog. https://pjp-ecolution.blogspot.com/


PJP ECOLUTION
É um projecto que funciona como plataforma que agrega o trabalho e activismo de Pedro Jorge Pereira nas áreas do ecologismo, evolução e transformação pessoal – desenvolvimento integral, consciêncialização cívica e social, formação, entre outras.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

sentires ...


Por vezes as circunstâncias da vida não precisam necessariamente de “fazer sentido” mas sim, sobretudo, de “fazer sentir”.

PJP, 24 de Fevereiro de 2019

terça-feira, 6 de novembro de 2018

“Destralhando” a sua vida


 
por Pedro Jorge Pereira – Desenvolvimento Integral

"A felicidade não depende do que nos falta, mas do bom uso que fazemos do que temos." Thomas Handy

Vivemos numa sociedade de consumo onde, como a própria designação indica, somos constantemente incentivados a consumir. Uma actividade que, diga-se, não tem o propósito - numa grande parte das situações - de satisfazer alguma necessidade concreta mas sim unicamente a finalidade de … consumir. Assim sendo coloca-se a questão: porque é que a sensação de “vazio” existencial é tão comum numa sociedade que consome de uma forma tão desenfreada?
Por outras palavras, se o consumo é de facto a chave para a felicidade porque é que, por exemplo, a utilização de anti-depressivos, calmantes e medicamentos análogos é tão elevada nas designadas sociedades industrializadas? A resposta, como em tantas outras circunstâncias, reside na própria questão: o vazio existencial e o sentimento de depressão, frustração, etc. são tão frequentes na sociedade de consumo porque, evidentemente, o consumo está muito longe de proporcionar, por si mesmo, uma felicidade verdadeira e sustentada.

Todos nós precisamos de usufruir de um determinado conjunto de bens e serviços de forma a podermos assegurar, primeiro, a própria existência e, depois, um considerável nível de conforto.
As possibilidades de aprofundarmos o processo de auto-conhecimento e desenvolvimento espiritual podem tender a diminuir se as nossas prioridades forem encontrar formas de simplesmente sobreviver. Sem prejuízo de haver diversos exemplos de indivíduos e movimentos que procuram na frugalidade - e até no próprio ascetismo - uma forma de evolução espiritual. É uma opção perfeitamente válida que, porventura, não funcionará de forma igual para todos.
Pessoalmente tendo a acreditar que não é necessário quase como que renunciarmos ao “mundo material” para que seja possível evoluir espiritualmente, ou até de tornarmos nesse o nosso principal foco existencial. O essencial da questão passará, a meu ver, por encontrar um equilíbrio entre ambas as dimensões.
Aquilo que acontece de forma bastante frequente na nossa sociedade é uma excessiva preponderância da dimensão “material”, levando a um estilo de vida que, apesar de poder proporcionar uma aparente e momentânea felicidade é, na realidade, bastante ilusório.

A satisfação que advém da aquisição de determinado produto, – vezes sem conta de algum produto não verdadeiramente necessário, – só dura alguns instantes…sendo, de forma quase imediata, substituída pelo “desejo” de aquisição de um novo produto.
Então o que acontece é darmos por nós num ciclo interminável de desejo – consumo. Um ciclo explorado e estimulado até à exaustão pela sociedade mercantil que nos rodeia através de mil e uma estratégias e instrumentos de marketing.
Acabamos por viver com esse propósito primordial de trabalhar para ganhar dinheiro. Viver para trabalhar, trabalhar para ganhar dinheiro, ganhar dinheiro para podermos adquirir mais e mais bens de consumo.

A noção do que é verdadeiramente importante e necessário perdeu-se entretanto algures nesse processo “viciado” e “viciante”. É talvez uma das dependências mais toleradas e até estimuladas na nossa sociedade: a dependência do próprio consumo, ou melhor dizer, do consumismo.
Um dos principais problemas é que essa febre consumista (para além de diversas consequências ao nível, por exemplo, do consumo exacerbado de recursos provindos da Natureza e outras formas de impacto ecológico: como a produção de resíduos diversos) acaba por nos distrair daquilo que é essencial: a própria vida.

Ao procurarmos a felicidade no acto do consumo, no consumo de objectos (ou serviços) – objectos muitas vezes meramente simbólicos e sinónimo de determinado estatuto, ou pseudo-estatuto, social – acabamos por não cultivar uma verdadeira e profunda felicidade que reside não necessariamente nos objectos mas sobretudo num sentimento de harmonia e paz interior em larga medida pouco dependente das circunstâncias externas.
No fundo é aquilo que se pode designar de uma tranquilidade perante os eventos e circunstâncias que sucedem na nossa vida, por muito problemáticas ou até “dramáticas” que elas por vezes possam ser. Ou seja, a nossa atitude perante as adversidades é que determina em larga medida esse sentimento de “paz” e felicidade mais profunda.
E, por outro lado, o “consumo” pode ser efectivamente um meio para nos sentirmos bem, ou ajudar a isso, mas nunca o fim único da nossa existência.
No essencial pode-se talvez afirmar que a felicidade reside muito mais em cultivar a gratidão por todas as pequenas e grandes dádivas do dia-a-dia, em valorizar as relações afectivas, do que na aquisição de determinados objectos. Mas será que são essas as nossas prioridades e objectivos de vida?

Outro dos aspectos sobre o qual gostaria de reflectir prende-se com o ciclo de aquisição – acumulação. A acumulação é uma realidade que observo de forma muito frequente.
A meu ver é também um fenómeno bastante nefasto e que obsta à nossa própria evolução. Na verdade ela também é alimentada por pensamentos ilusórios. A “acumulação” radica, entre outros aspectos, na incapacidade (que pode e deve ser “trabalhada”) de nos libertarmos das coisas que já não precisamos e de que provavelmente já não viremos a precisar.
A questão é que, para além do aspecto prático e físico do espaço que essas “tralhas” ocupam, há também uma outra dimensão - mais “filosófica” ou “espiritual”, se quisermos - de um espaço da nossa vida que continua ocupado com objectos, emoções, esquemas que são completamente redundantes e a sua não “libertação”, obsta a que “libertemos” espaço para coisas novas poderem “surgir” na nossa vida. A energia da estagnação é, evidentemente, contrária à do movimento e a acumulação de “tralhas” gera mais estagnação.

Por outro lado existe o medo de que algo possa vir ainda a ser necessário … isto porque não confíamos que, nessa altura, a nossa vida reunirá as condições necessárias para providenciar daquilo que for realmente essencial.
É evidente que, pontualmente, há determinadas coisas que podem efectivamente vir a ser úteis em determinado momento da nossa vida. Mas a questão é a diferença entre pontualmente e sistematicamente. A diferença é entre pontualmente guardarmos determinadas coisas porque há efectivamente uma probabilidade considerável de virem a ser necessárias e entre sistematicamente guardarmos tudo ou quase tudo por partimos sempre do princípio que tudo ou quase tudo vai ser ainda necessário. Muitas vezes o resultado disso é a acumulação de dezenas, centenas, milhares de objectos que, em boa verdade, nunca chegamos a usar. Numa grande parte das situações acabamos até por esquecer que eles existem…perdidos numa qualquer gaveta, armário, etc.
Quantas vezes olhamos para um objecto e perguntamos-nos: Há quanto tempo não uso isto? E se não usamos há, por exemplo, mais de um ano então não será porque efectivamente não precisamos verdadeiramente dele?

É pois fundamental cultivarmos a capacidade de regularmente nos irmos libertando das coisas. Desde coisas (objectos) propriamente ditas até “coisas” num sentido mais abstracto: situações, esquemas, vícios, etc. Um dos aspectos mais interessantes é o de cultivarmos uma atitude de “compaixão” para com aqueles que nos rodeiam…provavelmente há imensas coisas que para nós já não têm qualquer utilidade mas para outros podem ser ainda bastante úteis. Em muitas situações, felizmente, já temos aquilo que é verdadeiramente essencial e então podemos (e, dira, devemos) doar parte do que temos com outras pessoas mais “necessitadas”.
O sentimento que daí advém é tão ou mais gratificante do que o próprio sentimento de adquirir ou receber determinado bem.
Termino salientando que uma das formas mais inteligentes de não acumular é, antes de adquirir algo, questionarmos-nos até que ponto necessitamos verdadeiramente desse objecto. Ou seja, descobrirmos a simplicidade da própria vida é também um hábito extremamente saudável e que, tendencialmente, nos permite caminhar rumo a uma maior sensação de verdadeira felicidade.

Se achaste este artigo interessante partilha-o pelos teus contactos e/ou amig@s, “segue” a nossa página do F.B. e/ou envia o teu endereço de email para te adicionarmos à nossa mailing list de forma a receberes mais directamente todas as informações do Projecto Pedro Jorge Pereira – DESENVOLVIMENTO INTEGRAL.

Com profunda gratidão: Pedro J. Pereira.
Sugestões Ortográficas: Sofia Barradas


Pedro Jorge Pereira – DESENVOLVIMENTO INTEGRAL.
93 447 6236 (Pedro Jorge Pereira)
blog. https://pedrojorgepereira-des-integral.blogspot.pt/
f.b. https://www.facebook.com/pg/pedrojorgepereira.desenvolvimentointegral/

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Conferência na Mindália Televisão: O desperdício na sociedade industrial e os seus significados mais profundos



Será já na próxima 2ªfeira, 25 de Junho, às 22h00 (hora de Portugal continental) que terei o enorme prazer de dinamizar a Palestra: O desperdício na sociedade industrial e os seus significados mais profundos, em directo na vossa Mindalia Televisão. Agradeço claro a melhor divulgação junto de quem considerem que possa beneficiar desta conferência. Muito obrigado!

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

“Destralhando” a sua vida - por Pedro Jorge Pereira – Desenvolvimento Integral


"A felicidade não depende do que nos falta, mas do bom uso que fazemos do que temos." Thomas Handy

Vivemos numa sociedade de consumo onde, como a própria designação indica, somos constantemente incentivados a consumir. Uma actividade que, diga-se, não tem o propósito - numa grande parte das situações - de satisfazer alguma necessidade concreta mas sim unicamente a finalidade de … consumir. Assim sendo coloca-se a questão: porque é que a sensação de “vazio” existencial é tão comum numa sociedade que consome de uma forma tão desenfreada?
Por outras palavras, se o consumo é de facto a chave para a felicidade porque é que, por exemplo, a utilização de anti-depressivos, calmantes e medicamentos análogos é tão elevada nas designadas sociedades industrializadas? A resposta, como em tantas outras circunstâncias, reside na própria questão: o vazio existencial e o sentimento de depressão, frustração, etc. são tão frequentes na sociedade de consumo porque, evidentemente, o consumo está muito longe de proporcionar, por si mesmo, uma felicidade verdadeira e sustentada.

Todos nós precisamos de usufruir de um determinado conjunto de bens e serviços de forma a podermos assegurar, primeiro, a própria existência e, depois, um considerável nível de conforto.
As possibilidades de aprofundarmos o processo de auto-conhecimento e desenvolvimento espiritual podem tender a diminuir se as nossas prioridades forem encontrar formas de simplesmente sobreviver. Sem prejuízo de haver diversos exemplos de indivíduos e movimentos que procuram na frugalidade - e até no próprio ascetismo - uma forma de evolução espiritual. É uma opção perfeitamente válida que, porventura, não funcionará de forma igual para todos.
Pessoalmente tendo a acreditar que não é necessário quase como que renunciarmos ao “mundo material” para que seja possível evoluir espiritualmente, ou até de tornarmos nesse o nosso principal foco existencial. O essencial da questão passará, a meu ver, por encontrar um equilíbrio entre ambas as dimensões.
Aquilo que acontece de forma bastante frequente na nossa sociedade é uma excessiva preponderância da dimensão “material”, levando a um estilo de vida que, apesar de poder proporcionar uma aparente e momentânea felicidade é, na realidade, bastante ilusório.

A satisfação que advém da aquisição de determinado produto, – vezes sem conta de algum produto não verdadeiramente necessário, – só dura alguns instantes…sendo, de forma quase imediata, substituída pelo “desejo” de aquisição de um novo produto.
Então o que acontece é darmos por nós num ciclo interminável de desejo – consumo. Um ciclo explorado e estimulado até à exaustão pela sociedade mercantil que nos rodeia através de mil e uma estratégias e instrumentos de marketing.
Acabamos por viver com esse propósito primordial de trabalhar para ganhar dinheiro. Viver para trabalhar, trabalhar para ganhar dinheiro, ganhar dinheiro para podermos adquirir mais e mais bens de consumo.

A noção do que é verdadeiramente importante e necessário perdeu-se entretanto algures nesse processo “viciado” e “viciante”. É talvez uma das dependências mais toleradas e até estimuladas na nossa sociedade: a dependência do próprio consumo, ou melhor dizer, do consumismo.
Um dos principais problemas é que essa febre consumista (para além de diversas consequências ao nível, por exemplo, do consumo exacerbado de recursos provindos da Natureza e outras formas de impacto ecológico: como a produção de resíduos diversos) acaba por nos distrair daquilo que é essencial: a própria vida.

Ao procurarmos a felicidade no acto do consumo, no consumo de objectos (ou serviços) – objectos muitas vezes meramente simbólicos e sinónimo de determinado estatuto, ou pseudo-estatuto, social – acabamos por não cultivar uma verdadeira e profunda felicidade que reside não necessariamente nos objectos mas sobretudo num sentimento de harmonia e paz interior em larga medida pouco dependente das circunstâncias externas.
No fundo é aquilo que se pode designar de uma tranquilidade perante os eventos e circunstâncias que sucedem na nossa vida, por muito problemáticas ou até “dramáticas” que elas por vezes possam ser. Ou seja, a nossa atitude perante as adversidades é que determina em larga medida esse sentimento de “paz” e felicidade mais profunda.
E, por outro lado, o “consumo” pode ser efectivamente um meio para nos sentirmos bem, ou ajudar a isso, mas nunca o fim único da nossa existência.
No essencial pode-se talvez afirmar que a felicidade reside muito mais em cultivar a gratidão por todas as pequenas e grandes dádivas do dia-a-dia, em valorizar as relações afectivas, do que na aquisição de determinados objectos. Mas será que são essas as nossas prioridades e objectivos de vida?

Outro dos aspectos sobre o qual gostaria de reflectir prende-se com o ciclo de aquisição – acumulação. A acumulação é uma realidade que observo de forma muito frequente.
A meu ver é também um fenómeno bastante nefasto e que obsta à nossa própria evolução. Na verdade ela também é alimentada por pensamentos ilusórios. A “acumulação” radica, entre outros aspectos, na incapacidade (que pode e deve ser “trabalhada”) de nos libertarmos das coisas que já não precisamos e de que provavelmente já não viremos a precisar.
A questão é que, para além do aspecto prático e físico do espaço que essas “tralhas” ocupam, há também uma outra dimensão - mais “filosófica” ou “espiritual”, se quisermos - de um espaço da nossa vida que continua ocupado com objectos, emoções, esquemas que são completamente redundantes e a sua não “libertação”, obsta a que “libertemos” espaço para coisas novas poderem “surgir” na nossa vida. A energia da estagnação é, evidentemente, contrária à do movimento e a acumulação de “tralhas” gera mais estagnação.

Por outro lado existe o medo de que algo possa vir ainda a ser necessário … isto porque não confiamos que, nessa altura, a nossa vida reunirá as condições necessárias para providenciar daquilo que for realmente essencial.
É evidente que, pontualmente, há determinadas coisas que podem efectivamente vir a ser úteis em determinado momento da nossa vida. Mas a questão é a diferença entre pontualmente e sistematicamente. A diferença é entre pontualmente guardarmos determinadas coisas porque há efectivamente uma probabilidade considerável de virem a ser necessárias e entre sistematicamente guardarmos tudo ou quase tudo por partimos sempre do princípio que tudo ou quase tudo vai ser ainda necessário. Muitas vezes o resultado disso é a acumulação de dezenas, centenas, milhares de objectos que, em boa verdade, nunca chegamos a usar. Numa grande parte das situações acabamos até por esquecer que eles existem…perdidos numa qualquer gaveta, armário, etc.
Quantas vezes olhamos para um objecto e perguntamos-nos: Há quanto tempo não uso isto? E se não usamos há, por exemplo, mais de um ano então não será porque efectivamente não precisamos verdadeiramente dele?

É pois fundamental cultivarmos a capacidade de regularmente nos irmos libertando das coisas. Desde coisas (objectos) propriamente ditas até “coisas” num sentido mais abstracto: situações, esquemas, vícios, etc. Um dos aspectos mais interessantes é o de cultivarmos uma atitude de “compaixão” para com aqueles que nos rodeiam…provavelmente há imensas coisas que para nós já não têm qualquer utilidade mas para outros podem ser ainda bastante úteis. Em muitas situações, felizmente, já temos aquilo que é verdadeiramente essencial e então podemos (e, diria, devemos) doar parte do que temos com outras pessoas mais “necessitadas”.
O sentimento que daí advém é tão ou mais gratificante do que o próprio sentimento de adquirir ou receber determinado bem.
Termino salientando que uma das formas mais inteligentes de não acumular é, antes de adquirir algo, questionarmos-nos até que ponto necessitamos verdadeiramente desse objecto. Ou seja, descobrirmos a simplicidade da própria vida é também um hábito extremamente saudável e que, tendencialmente, nos permite caminhar rumo a uma maior sensação de verdadeira felicidade.

Se achaste este artigo interessante partilha-o pelos teus contactos e/ou amig@s, “segue” a nossa página do F.B. e/ou envia o teu endereço de email para te adicionarmos à nossa mailing list de forma a receberes mais directamente todas as informações do Projecto Pedro Jorge Pereira – DESENVOLVIMENTO INTEGRAL.

Com profunda gratidão: Pedro J. Pereira.
Sugestões Ortográficas: Sofia Barradas


Pedro Jorge Pereira – DESENVOLVIMENTO INTEGRAL.
93 447 6236 (Pedro Jorge Pereira)
blog. https://pedrojorgepereira-des-integral.blogspot.pt/
f.b. https://www.facebook.com/pg/pedrojorgepereira.desenvolvimentointegral/

domingo, 29 de janeiro de 2017

 


De nada mais serve o passado para além das memórias e da lembrança de tudo o que podes fazer de diferente … agora.
Uma aprendizagem que remete para a lembrança de tudo o que gostarias de ter feito de diferente … gostarias de ter feito melhor … onde gostarias de não ter errado …
Os erros variam sobretudo no que diz respeito à dimensão e repercussões na tua vida actual … colhemos o que semeamos não é mesmo?
Por isso erro e aprendizagem são duas formas de designar a mesma coisa …
e por vezes as lições têm um preço que poderíamos dizer … muito elevado …
e ainda assim a vida continua igual a si própria
numa cadência não propriamente propícia a demais contemplações …

Pedro Jorge Pereira – DESENVOLVIMENTO INTEGRAL

sexta-feira, 13 de maio de 2016

doença ...

 
A doença é geralmente tida como o oposto de saúde mas, porventura, as coisas não são assim tão “lineares” … quase sempre a doença é originada por uma alguma espécie de desequilíbrio no nosso sistema biológico e/ou emocional … há como que um terreno que se torna propício para a manifestação desse desequilíbrio … desequilíbrio esse, ou desequilíbrios esses, que por vezes passamos dias, quem sabe semanas, quem sabe meses, quem sabe anos a fazer por ignorar ou simplesmente menosprezar … até a doença nos fazer confrontar com essa evidência de forma drástica … obrigando-nos a esse confronto, obrigando-nos a essa reflexão, obrigando-nos simplesmente a parar na nossa marcha impetuosa rumo a, tantas e tantas vezes, lado algum …
Quando estamos doentes temos simplesmente que “parar”, temos que relegar para segundo plano todas as outras prioridades que se tornam algo “relativas” face a essa premissa tão fundamental como seja a de recuperarmos a nossa saúde … como seja a de, em determinadas circunstâncias, de sobrevivermos …
E como a doença consegue ser tão eficaz nesse propósito de nos recordar o incomensurável valor que a saúde tem. De alguma forma, é um “lugar comum” ouvir e dizer que a saúde é o bem mais precioso que existe … mas relativamente à compreensão desse axioma em toda a sua plenitude por vezes precisamos mesmo de passar por um processo de doença para adquirir a plena compreensão do seu significado …
Não significa isto, claro, que devemos desejar sequer ficar voluntariamente doentes, que não devemos fazer tudo aquilo que está ao nosso alcance para ter um estilo de vida saudável e equilibrado … mas se a doença surge … abraça o descanso a que ela te obrigada, escuta tudo aquilo que ela te possa dizer … e sorri com a máxima plenitude quando a tua saúde plena regressar.

Pedro Jorge Pereira – SAÚDE INTEGRAL

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

respostas


respostas

Por vezes, ou muitas vezes, procuramos com tremenda ansiedade por respostas … tentamos perceber e explicar determinadas circunstâncias e situações da nossa vida … ao ponto da busca por essas respostas se tornar quase obsessiva.
A reflexão é um elemento importante da nossa existência … reflectirmos para que possamos retirar as ilações e aprendizagens mais importantes de cada situação … no fundo para que possamos evoluir.
A questão é que quando a busca dessas respostas se torna como que no objectivo supremo da vida acabamos, em muitas situações, por nos distrair-mos da própria vida em si.
Então, por vezes, mais do que respostas talvez seja importante fazermos por viver cada instante, nomeadamente os instantes “simples” da vida, da forma o mais “plena” possível.
Ou seja, não estamos estendidos na relva a sentir o sol na nossa pele e, ao mesmo tempo, a pensarmos porque a chuva é molhada ou porque o vento nos deixa despenteados (no caso de quem tem ainda cabelo ;O )
Nesse instante sintamos de forma profunda o calor do sol na pele. 
Estarmos vivos, de forma saudável, é já, por si só, um presente de valor incalculável. Faz por te lembrares disso com mais frequência. Por certo irá-te ajudar a recordar do tremendo valor dos presentes que a vida te oferece.

Pedro Jorge Pereira
16 de Novembro de 2015

Sessão sobre Relacionamentos Amorosos Conscientes (Evento de Beneficiência), 6ªfeira, 09 de Fevereiro de 2024, 19h00

  CONTEXTO: Os relacionamentos amorosos são, sem dúvida, um dos contextos literalmente mais apaixonantes da nossa existência mas, ao mesmo...