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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Solidão ...


da Solidão …
23 de Setembro, Equinóceo de Outono
e em jeito de Outono aqui deixo a minha reflexão ...  

A solidão é provavelmente um dos “medos” mais enraízados e ancestrais do ser humano.
Desde tempos primordiais, tempos esses que remontam provavelmente ao período de caça-recolecção, pertencer “à tribo” mais do que uma opção revelava-se praticamente como um requisito fundamental à sobrevivência ... assim como a expulsão da tribo poderia-se traduzir numa espécie de sentença de morte …
A verdade é que, milhares de anos passados, essa necessidade de pertença social encontra-se profundamente enraízada no nosso sub-consciente … E o sentimento de não pertença ou de em determinado grau exclusão continua incontornavelmente a ser um dos principais factores de infelicidade para os indivíduos …
Pode-se até afirmar que, de uma forma ou de outra, inúmeros outros factores de infelicidade, depressão, etc. encontram-se de uma forma ou de outra associados a esse sentimento de exclusão.
Essa necessidade primordial de pertença leva ainda, vezes sem conta, os indivíduos a afastarem-se da sua própria essência, natureza, etc., numa perspectiva de tudo tentarem fazer para serem aceites e integrados no grupo social …
Isso implica, vezes sem conta, a adopção padrões, comportamentos, formas de pensamento que podem até colidir com os seus próprios valores mas que, não obstante o quanto “estúpidos” possam ser, acabam por ser um preço “normal” a pagar para poderem sentir-se como parte do todo social e da “norma”.
Há pois talvez uma diferença fundamental entre saber-se estar só (e bem) e entre sentir-te solitári@. A socialização faz sentido na medida daquilo que o indivíduo não tem que abdicar da sua própria identidade, valores, missões … e para o indivíduo conhecer-se bem e “a fundo” necessita inevitavelmente de momentos em que está simplesmente consigo próprio … de forma a poder ter noção e consciência da sua identidade, valores e missões …


Pedro Jorge Pereira – Ecolution
Desenvolvimento Integral

domingo, 29 de janeiro de 2017

 


De nada mais serve o passado para além das memórias e da lembrança de tudo o que podes fazer de diferente … agora.
Uma aprendizagem que remete para a lembrança de tudo o que gostarias de ter feito de diferente … gostarias de ter feito melhor … onde gostarias de não ter errado …
Os erros variam sobretudo no que diz respeito à dimensão e repercussões na tua vida actual … colhemos o que semeamos não é mesmo?
Por isso erro e aprendizagem são duas formas de designar a mesma coisa …
e por vezes as lições têm um preço que poderíamos dizer … muito elevado …
e ainda assim a vida continua igual a si própria
numa cadência não propriamente propícia a demais contemplações …

Pedro Jorge Pereira – DESENVOLVIMENTO INTEGRAL

segunda-feira, 7 de março de 2016

Passagem


Já tantos outr@s por aqui passaram. Porventura já tantas outras vezes por aqui passamos. Esta é mais uma dessas oportunidades de passarmos por aqui e de fazermos dessa passagem algo de significativo e profundo. Mais do que “o que levamos daqui” - e levamos “somente” a nossa evolução e aprendizagem enquanto seres espirituais vivendo num mundo “terreno” - o mais importante é o que “aqui deixamos”. E para além da nossa matéria, que a terra a seu tempo reclamará, aquilo que deixamos é a forma como soubemos tocar o coração dos que nos rodeiam. A forma como soubemos tocar o coração dos que nos rodeiam e a forma como sorriem de cada vez que surge uma recordação da nossa existência tocando a vida deles. No fundo uma outra forma de definir algo como … o Amor.

Sessão sobre Relacionamentos Amorosos Conscientes (Evento de Beneficiência), 6ªfeira, 09 de Fevereiro de 2024, 19h00

  CONTEXTO: Os relacionamentos amorosos são, sem dúvida, um dos contextos literalmente mais apaixonantes da nossa existência mas, ao mesmo...